sábado, 18 de dezembro de 2010

Deus é UNO e TRINO.

Deus é um só. Pelo mistério da fé são três. Pai, Filho e Espírito Santo. Deus o único é pai. Abrahão a pedido de Deus iria sacrificar seu próprio filho, Deus o impediu ‘em cima da hora’. Que pai gosta de ver o seu filho ser sacrificado na sua frente? Que pai consegue ver a morte do seu próprio filho impassível?
Se nós não conhecemos Deus pessoalmente ‘emprestamos sentimento humanos’ a Ele. Colocamos palavras na boca de Deus sem que o conheçamos pessoalmente.
Quem foi o maior sacrificado com a morte de Jesus (mais uma vez nome ‘dado pelos humanos e ainda por cima os hebreus que o sacrificaram’)? Ele próprio ou o seu pai? Muito se fala, escreve, mostra em filmes sobre o sofrimento de Cristo? E o sofrimento (usando termos humanos para, novamente, tentar explicar os sentimentos de Deus).
Mais que comemorar o nascimento ou a própria morte de Jesus, devemos no lembrar ‘a hora da decisão’, o timing,  de Deus em enviar seu próprio filho para o sacrifício. Em termos humanos que hora dramática seria essa? Ele teria ‘dormido bem’? Como foi para Ele ver todo o nascimento já sabendo que Ele morreria numa cruz?
Deus quem criou tudo e nos criou é nós também. Estamos ‘impregnados Dele. Ele não está só nos nossos corações. Ele é nós e nós somos Ele.
Então para que fazer propaganda que o ‘meu coração está no altar de Jesus’? Para que fazermos cartazes de Jesus – o filho – e não do pai o maior sofredor dessa história toda. Para que servem a propaganda em palavras soltas ao vento, em vidros de carro e janelas, em outdoors e em símbolos (que, aliás, foram por Ele execrados, como idolatrias, ao dar as tábuas da Lei a Moisés). Por que não enaltecermos sempre os três, que são um só, e usarmos apenas um nome humano dado ao filho? Seria hipocrisia nos defendermos em causa própria? Citarmos que fomos ‘enviados’, que somos ‘missionários’ e ‘pastores’ desse Deus que é de todos, democrático, e que não necessita de ‘porta-voz’? A Bíblia só cita um enviado: o arcanjo Gabriel. Deus não passou procuração para mais ninguém porque não há necessidade, Ele não ‘fala aos corações’, Ele está nos corações, pulmões, cérebro e em todo o nosso corpo, Ele é nós.
Não há necessidade de rezar ou orar em voz alta porque Ele ouve os meus pensamentos, e mais além Ele já sabe o que eu vou: dizer, fazer ou sentir.
Para que serve a propaganda individual de ‘eu estou com Jesus’? Não deveria ser ‘meus irmãos como tal me reconhecem’? A bondade, a generosidade, a gentileza, o carinho, o ‘estar junto não é para praticar sem alardear? Quem deve afirmar categoricamente que Deus está em mim, não deveria ser eu mesmo e sim meus irmãos, que juntos com Cristo somos filhos Dele?
Por que numa conversa qualquer, até em tribunais terrenos, advogados citam o nome de Deus em vão? Os Judeus não pronunciam a palavra Javé, e de certo modo eles têm razão. Para que ficar falando e batendo na mesma tecla o tempo todo? O ‘anjo caído’ não faz propaganda de si, ele age, e Deus não precisa do Marketing criado pelo homem, criado para consumo, e no qual se incluem itens que Ele condenaria como Jesus o fez junto aos vendilhões do Templo. Aliás, o Templo de Deus não somos nós? Para que propagandear uma coisa que já somos? Ou não somos? Não estamos colocando no mesmo balaio da propaganda Deus e as coisas terrenas?
No Natal e às vésperas de Ano Novo todos afirmam “precisamos nos ver’. Mas quem ama procura ver o ano todo e presenteia com a presença e com amor diuturno, não precisa de data específica. Aliás, este escritos estão acontecendo às 6:20 da manhã porque Deus pediu para acordar ‘mais cedo’.
Esse não é um voto de Feliz Natal e Próspero Ano Novo. É um desejo de que Ele esteja ‘em você’, em mim enfim em todos nós. Porque se estivesse mesmo não precisaria nem escrever tudo isso. Estar e ser se confundem no verbo e até em varias línguas, como no Inglês. Verbo que é só palavra e palavra não é ação. Ação é a fazer alguma coisa por quem você ama. Mas ama de verdade e não as palavras (mais uma vez o ser humano precisa de palavras) – os cachorros não – para expressar sentimentos.
Em vez de cartão de Natal por que não simplesmente abraçar a quem você ama, sem palavras, e prometendo daqui para frente ser Ele e não falar Dele, à toa.
Eu sou o que meus irmãos, filhos do Deus pai, o único, e trino, acham e me vem como sou. Nada mais posso propagandear ou tentar convencer por palavras. Simplesmente quero ser Ele. E se assim realmente o for meus irmãos irão me reconhecer como tal.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Utopia, Burguesia e Comunismo

Just to think about. Revolução Francesa: a burguesia toma o poder. Passa o poder político p/ as mãos da nova classe, i.é., a burguesia (comerciantes, industriais, banqueiros). Era preciso destituir a nobreza que se mantinha no poder. Utopia (Thomas Morus): uma ilha similar a 'Atlantida perdida' ... ideias comunistas em andamento ... nada é privado, tudo é público. Todos se vestem com as mesmas roupas. Um grande amigo e ex-chefe meu dizia: cuidado com o q sonhas ou pedes, se fores atendido o q farias ? Idéias comunistas surgiram muito antes do Manifesto (1840) na antiga Prússia hoje a forte Alemanha. Oportunidades iguais. Premiação diferenciada para os diferentes e melhores.
 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Os tres pecados capitais

santo Agostinho (354-430) denunciou os tres principais pecados capitais: 1) o desejo pelo dinheiro e posses, 2) o desejo pelo poder e 3) o desejo sexual. Ele concebia, porém, a possibilidade de um vício reprimir o outro. Um pecado neutralizaria os efeitos negativos de outro.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Capitalismo versus Comunismo

Um professor de economia na Universidade Texas Tech disse que ele
nunca  reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma
classe  inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria
igualitário e 'justo'. O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas. “Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, portanto seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as
mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso
também  quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foi tirada, todos receberam
“B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não
se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda
menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que
tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se
aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra
suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um
resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da
atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos
tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de
injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das
contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.

Portanto, todos os alunos repetiram o ano... para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado
porque  ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus
participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

“Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é
grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina
todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento
para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é
inevitável.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que
punem os ricos pela prosperidade.
Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. “O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.”
"Quando metade da população entende a ideia de que não precisa
trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando
esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para
sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma
nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Segurança Pública - a visão de um não especialista


Segurança Pública envolve (sete vetores estratégicos):
1)      Gestão de RI e Tática/Operacional: aumento salarial para os policiais civis e militares (ex: NY), aumento do efetivo nas cidades e estradas; e aumento do aparato policial (veículos, helicópteros, uniformes especiais e armas),
2)      Vigilância permanente nas fronteiras: terra, mar e ar. Poder de prisão para as forças armadas. O BR não possui Guarda Costeira. As armas não são fabricadas no BR. O cidadão comum (e de bem) não consegue comprar armas na esquina,
3)      Vigilância nas áreas urbanas: câmeras de segurança públicas e privadas interligadas,
4)      Legislação coerente para punir. Acréscimo do período de prisão até a Prisão Perpétua, Redução dos Indultos (são seis por ano e só 30% retornam), Revisão da "Redução Progressiva de Penas" (1/5 ou 1/6 de 30 anos – máximo no BR - é muito pouco para pedófilos, estupradores, ‘serial killers’ e terroristas); além de outros dispositivos penais,
5)      Inteligência: prisão da 'quadrilha' e comparsas (inclusive parentes e advogados) através de fiscalizações de: IRPF e jurídica, contas bancárias, riqueza aparente e modo de vida.
6)      Gestão Política: celeridade judiciária, aprovação de leis e políticas de tolerância ZERO.
7)      Gestão de Mídia: a não ‘celebrização’ do delinqüente, fotos em todos os jornais dos procurados, não repetição de cenas de vandalismo pela mídia em resumo visão de marketing de país que deseja receber turistas.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ambiente, intuição e conhecimento.

Ambiente, intuição e conhecimento.
Um mergulho no livro de Malcolm Gladwell – OUTLIERS
(tradução literal (fonte Babylon): pessoa que situa fora de; pessoa que mora longe do local de trabalho; seção de uma rocha separada de sua formação original por erosão).(tradução livre: fora de série, gênio ou não que não se inclui no contexto, costumo usa: fora da curva de Gauss, ‘anormal’, fora da normalidade).
A premissa do autor é que o êxito individual depende do talento, dedicação e sorte, sem dúvida, mas também de uma série de outros fatores para os quais nunca se deu a atenção devida. Tenta falar das razões desconhecidas do sucesso.
O autor tenta especular sobre o histórico de desastres aéreos para demonstrar que, dependendo do país de origem da tripulação, os passageiros correm sérios perigos. Semelhantemente a presidentes e primeiros-ministros que conduzem seus países e desastres econômicos e até guerras desnecessárias.
O argumento do autor se apóia no fato de que determinadas culturas alimentam um respeito excessivo por cadeias de comando e que, por isso, o comandante do avião jamais seria questionado por seus subordinados, mesmo que estivesse fazendo a ‘cagada’ da década ou do século (como Hitler).
A relevância disso, no contexto de um fora-de-série, diz respeito na medida em que uma cultura favorece a exposição de novas idéias, quando do questionamento das antigas. Ou de que forma a autoridade pode aniquilar a inovação, não por censurá-la, mas por inibi-la, intimidá-la.
A notícia que nos preocupa (em especial brasileiros), é que há uma mórbida coincidência entre o ranking dos países onde se dá maior importância à hierarquia e os que formam os pilotos que mais se envolvem em acidentes. Mais uma vez ‘um’ ranking (não sei exatamente como foi medido) desfavorece o Brasil, aparecendo nas primeiras posições em ambas.
Não penso como alguns pensam que o nosso passado de uma colônia hospedeira tenha construído um frágil caráter de um povo subserviente. Esquecem, os que assim falam, que a colonização já decorreu séculos atrás (como descendente de português penso que esse refrão não pode ser mais usado). Esquecem que, mais recentemente, o país foi massacrado por ditaduras longas nas décadas de 30 e 40 (pesquisem o uso de sapatos, pois muitos usavam tamancos, pela população brasileira) e depois mais recentemente nas décadas de 60 e 70 (ambas violentas e esmagadoras).
Procurem sobre a liberdade de expressão no Brasil desde 1920 até hoje. Diferentemente dos EUA no Brasil não há liberdade total de expressão (até hoje). Vejam as dificuldades dos cartunistas e humoristas brasileiros.
Essa subserviência pode decorrer sim do que se transmite fortemente por algumas mídias e por aqueles que ainda hoje lutam contra a educação (embora não citem abertamente seus desejos) formando assim um ‘complexo de vira-latas’. Quanto mais se fala isso parece que esse mote se torna verdade. Para mim inverdade. Está aí o futebol, o vôlei, os pilotos de F1, os ‘Tom Jobim’, ‘Santos Dumont’ e demais gênios brasileiros.
Talvez a educação, ainda carente no Brasil, possa extirpar esse ‘complexo’. A main stream, ou seja, a corrente dominante dos que detiveram e ainda detém o poder, querem nos fazer crer nesse destino determinístico. Um povo que se educa e evolui na literatura, na instrução e no conhecimento, jamais abaixa a cabeça ante uma autoridade inepta ou incompetente; e não executa ordens cegamente.
Ele (ou autor) argumenta, ainda, que uma maior profusão de oportunidades para todos poderia produzir mais gênios em série.
Em minha opinião não há necessidade de produzirmos novos gênios. Basta produzirmos pessoas educadas, instruídas e evoluídas socialmente. A inovação ocorrerá mesmo assim. As grandes idéias como o post it (3M) são fáceis, não necessitando ser gênio, o óbvio está diante de nós é só ‘deixar fluir’...
Na minha corrente de pensamento (que não é a main stream ...mais post modernismo)  jamais haverá outro Einstein, outro Mozart, outro Pelé, outro Senna, etc; e nem gênios que sejam sequer próximos dos que existiram. O mundo não conviveria com muitos gênios ao mesmo tempo. Há que haver, na minha modesta experiência, os ‘carregadores de piano’ (na qual me incluo).
Não existirão outros ‘Bill Gates’ ou outros ‘Steve Jacobs’. Só um pode ser o CEO ou CIO. E aí os demais seriamos os fracassados? Claro que não ! O sucesso não é medido pelo alcance da conta bancária ou da fama ou da ‘celebrização’ (tão em moda hoje em dia ... a tentativa de se tornar celebridade, nem que por quinze segundos). Para o surgimento de empresas como Microsoft e Apple, além de inovação, ocorreu concomitantemente, muita transpiração. O próprio Gladwell menciona estudos que mostram que: a diferença entre os violinistas e pianistas excepcionais e os simplesmente ótimos, é o tempo de treino. Então qual seria a genialidade ou o traço comum da genialidade? As tais 10000 horas de prática ? O ‘mão-santa’ brasileiro Oscar sempre rebate que de mão santa não tem nada, tem sim de horas e horas de treinamento (A Hortensia compactua com a tese, ou seja mais de 1000 arremessos/dia).
Somente umas poucas pessoas podem se destacar independente do quão exigente sejam os padrões. Se todos se destacam, não há destaque. O clube de Roma há muito tempo citava: ‘se todos se levantam para ver o filme ou jogo no campo de futebol, poucos irão conseguir ver o filme ou o jogo’. Não há estradas e praias suficientes para todos utilizarem – ao mesmo tempo, esses são os limites sociais do crescimento.
A palavra diferencial que todos procuram não passa de falácia. Diferencial para melhor ou pior. Que diferencial é esse que tantos citam? Valores podem ser positivos ou negativos. Bandidos também possuem valores e se diferenciam. Mais que diferencial nós devemos ? Procurar quem nós realmente somos. E se eu for igual a todos, dentro da curva de Gauss, uma pessoa normal, devo me suprimir, me isolar em ilha do pacífico?
Para o autor o mundo é que seria outro, com parâmetros muito diferentes dos atuais. Só que essa seria a nossa realidade, mas que realidade se as culturas se diferenciam. Para as muçulmanas se esconder é seguir a cultura, para as ocidentais levantar a saia é diferenciar ou ser igual às outras?
Podemos sim nos habituar a um novo patamar de exigência, nos tornaríamos íntimos de desempenhos (performances) superiores, que hoje nos pareceriam assombrosos, em educação, cultura e conhecimento. Os célebres seriam os mais cultos, educados, polidos, civilizados e que aceitam as diferenças (incentivando a inovação).

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Empreendedorismo

Por que será que algumas pessoas sonham e até realizam o sonho de criar uma empresa, se tornam empreendedores, e em consequencia empresários ? Seria necessidade absoluta (sem outra saída ?) ? não pretender ser chefiado por alguém ?
E por que será que alguém já com uma conta bancária respeitável se mantém empresário - com todos os problemas que uma empresa tem - podendo ficar em casa sem fazer nada ?
O empreendedorismo é hereditário ? É um vírus ?
Se voce for empreendedor responda por favor ... mais tarde poderemos manter contato para um artigo a ser publicado sobre o tema.
Se voce for academico - professor universitário (podemos inclusive incentivar um TCC), mestre ou doutor, pode nos auxiliar com referencias.