terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Capitalismo versus Comunismo
Um professor de economia na Universidade Texas Tech disse que ele
nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma
classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria
igualitário e 'justo'. O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas. “Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, portanto seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as
mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso
também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma
classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria
igualitário e 'justo'. O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas. “Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, portanto seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as
mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso
também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foi tirada, todos receberam
“B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não
se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
“B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não
se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda
menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que
tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se
aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra
suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um
resultado, a segunda média das provas foi "D".
menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que
tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se
aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra
suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um
resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da
atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos
tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de
injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das
contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.
atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos
tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de
injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das
contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.
Portanto, todos os alunos repetiram o ano... para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado
porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus
participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado
porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus
participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
“Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é
grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina
todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento
para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é
inevitável.
grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina
todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento
para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é
inevitável.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que
punem os ricos pela prosperidade.
punem os ricos pela prosperidade.
Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. “O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.”
"Quando metade da população entende a ideia de que não precisa
trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando
esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para
sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma
nação.
trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando
esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para
sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma
nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Segurança Pública - a visão de um não especialista
Segurança Pública envolve (sete vetores estratégicos):
1) Gestão de RI e Tática/Operacional: aumento salarial para os policiais civis e militares (ex: NY), aumento do efetivo nas cidades e estradas; e aumento do aparato policial (veículos, helicópteros, uniformes especiais e armas),
2) Vigilância permanente nas fronteiras: terra, mar e ar. Poder de prisão para as forças armadas. O BR não possui Guarda Costeira. As armas não são fabricadas no BR. O cidadão comum (e de bem) não consegue comprar armas na esquina,
3) Vigilância nas áreas urbanas: câmeras de segurança públicas e privadas interligadas,
4) Legislação coerente para punir. Acréscimo do período de prisão até a Prisão Perpétua, Redução dos Indultos (são seis por ano e só 30% retornam), Revisão da "Redução Progressiva de Penas" (1/5 ou 1/6 de 30 anos – máximo no BR - é muito pouco para pedófilos, estupradores, ‘serial killers’ e terroristas); além de outros dispositivos penais,
5) Inteligência: prisão da 'quadrilha' e comparsas (inclusive parentes e advogados) através de fiscalizações de: IRPF e jurídica, contas bancárias, riqueza aparente e modo de vida.
6) Gestão Política: celeridade judiciária, aprovação de leis e políticas de tolerância ZERO.
7) Gestão de Mídia: a não ‘celebrização’ do delinqüente, fotos em todos os jornais dos procurados, não repetição de cenas de vandalismo pela mídia em resumo visão de marketing de país que deseja receber turistas.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Ambiente, intuição e conhecimento.
Ambiente, intuição e conhecimento.
Um mergulho no livro de Malcolm Gladwell – OUTLIERS
(tradução literal (fonte Babylon): pessoa que situa fora de; pessoa que mora longe do local de trabalho; seção de uma rocha separada de sua formação original por erosão).(tradução livre: fora de série, gênio ou não que não se inclui no contexto, costumo usa: fora da curva de Gauss, ‘anormal’, fora da normalidade).
A premissa do autor é que o êxito individual depende do talento, dedicação e sorte, sem dúvida, mas também de uma série de outros fatores para os quais nunca se deu a atenção devida. Tenta falar das razões desconhecidas do sucesso.
O autor tenta especular sobre o histórico de desastres aéreos para demonstrar que, dependendo do país de origem da tripulação, os passageiros correm sérios perigos. Semelhantemente a presidentes e primeiros-ministros que conduzem seus países e desastres econômicos e até guerras desnecessárias.
O argumento do autor se apóia no fato de que determinadas culturas alimentam um respeito excessivo por cadeias de comando e que, por isso, o comandante do avião jamais seria questionado por seus subordinados, mesmo que estivesse fazendo a ‘cagada’ da década ou do século (como Hitler).
A relevância disso, no contexto de um fora-de-série, diz respeito na medida em que uma cultura favorece a exposição de novas idéias, quando do questionamento das antigas. Ou de que forma a autoridade pode aniquilar a inovação, não por censurá-la, mas por inibi-la, intimidá-la.
A notícia que nos preocupa (em especial brasileiros), é que há uma mórbida coincidência entre o ranking dos países onde se dá maior importância à hierarquia e os que formam os pilotos que mais se envolvem em acidentes. Mais uma vez ‘um’ ranking (não sei exatamente como foi medido) desfavorece o Brasil, aparecendo nas primeiras posições em ambas.
Não penso como alguns pensam que o nosso passado de uma colônia hospedeira tenha construído um frágil caráter de um povo subserviente. Esquecem, os que assim falam, que a colonização já decorreu séculos atrás (como descendente de português penso que esse refrão não pode ser mais usado). Esquecem que, mais recentemente, o país foi massacrado por ditaduras longas nas décadas de 30 e 40 (pesquisem o uso de sapatos, pois muitos usavam tamancos, pela população brasileira) e depois mais recentemente nas décadas de 60 e 70 (ambas violentas e esmagadoras).
Procurem sobre a liberdade de expressão no Brasil desde 1920 até hoje. Diferentemente dos EUA no Brasil não há liberdade total de expressão (até hoje). Vejam as dificuldades dos cartunistas e humoristas brasileiros.
Essa subserviência pode decorrer sim do que se transmite fortemente por algumas mídias e por aqueles que ainda hoje lutam contra a educação (embora não citem abertamente seus desejos) formando assim um ‘complexo de vira-latas’. Quanto mais se fala isso parece que esse mote se torna verdade. Para mim inverdade. Está aí o futebol, o vôlei, os pilotos de F1, os ‘Tom Jobim’, ‘Santos Dumont’ e demais gênios brasileiros.
Talvez a educação, ainda carente no Brasil, possa extirpar esse ‘complexo’. A main stream, ou seja, a corrente dominante dos que detiveram e ainda detém o poder, querem nos fazer crer nesse destino determinístico. Um povo que se educa e evolui na literatura, na instrução e no conhecimento, jamais abaixa a cabeça ante uma autoridade inepta ou incompetente; e não executa ordens cegamente.
Ele (ou autor) argumenta, ainda, que uma maior profusão de oportunidades para todos poderia produzir mais gênios em série.
Em minha opinião não há necessidade de produzirmos novos gênios. Basta produzirmos pessoas educadas, instruídas e evoluídas socialmente. A inovação ocorrerá mesmo assim. As grandes idéias como o post it (3M) são fáceis, não necessitando ser gênio, o óbvio está diante de nós é só ‘deixar fluir’...
Na minha corrente de pensamento (que não é a main stream ...mais post modernismo) jamais haverá outro Einstein, outro Mozart, outro Pelé, outro Senna, etc; e nem gênios que sejam sequer próximos dos que existiram. O mundo não conviveria com muitos gênios ao mesmo tempo. Há que haver, na minha modesta experiência, os ‘carregadores de piano’ (na qual me incluo).
Não existirão outros ‘Bill Gates’ ou outros ‘Steve Jacobs’. Só um pode ser o CEO ou CIO. E aí os demais seriamos os fracassados? Claro que não ! O sucesso não é medido pelo alcance da conta bancária ou da fama ou da ‘celebrização’ (tão em moda hoje em dia ... a tentativa de se tornar celebridade, nem que por quinze segundos). Para o surgimento de empresas como Microsoft e Apple, além de inovação, ocorreu concomitantemente, muita transpiração. O próprio Gladwell menciona estudos que mostram que: a diferença entre os violinistas e pianistas excepcionais e os simplesmente ótimos, é o tempo de treino. Então qual seria a genialidade ou o traço comum da genialidade? As tais 10000 horas de prática ? O ‘mão-santa’ brasileiro Oscar sempre rebate que de mão santa não tem nada, tem sim de horas e horas de treinamento (A Hortensia compactua com a tese, ou seja mais de 1000 arremessos/dia).
Somente umas poucas pessoas podem se destacar independente do quão exigente sejam os padrões. Se todos se destacam, não há destaque. O clube de Roma há muito tempo citava: ‘se todos se levantam para ver o filme ou jogo no campo de futebol, poucos irão conseguir ver o filme ou o jogo’. Não há estradas e praias suficientes para todos utilizarem – ao mesmo tempo, esses são os limites sociais do crescimento.
A palavra diferencial que todos procuram não passa de falácia. Diferencial para melhor ou pior. Que diferencial é esse que tantos citam? Valores podem ser positivos ou negativos. Bandidos também possuem valores e se diferenciam. Mais que diferencial nós devemos ? Procurar quem nós realmente somos. E se eu for igual a todos, dentro da curva de Gauss, uma pessoa normal, devo me suprimir, me isolar em ilha do pacífico?
Para o autor o mundo é que seria outro, com parâmetros muito diferentes dos atuais. Só que essa seria a nossa realidade, mas que realidade se as culturas se diferenciam. Para as muçulmanas se esconder é seguir a cultura, para as ocidentais levantar a saia é diferenciar ou ser igual às outras?
Podemos sim nos habituar a um novo patamar de exigência, nos tornaríamos íntimos de desempenhos (performances) superiores, que hoje nos pareceriam assombrosos, em educação, cultura e conhecimento. Os célebres seriam os mais cultos, educados, polidos, civilizados e que aceitam as diferenças (incentivando a inovação).
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Empreendedorismo
Por que será que algumas pessoas sonham e até realizam o sonho de criar uma empresa, se tornam empreendedores, e em consequencia empresários ? Seria necessidade absoluta (sem outra saída ?) ? não pretender ser chefiado por alguém ?
E por que será que alguém já com uma conta bancária respeitável se mantém empresário - com todos os problemas que uma empresa tem - podendo ficar em casa sem fazer nada ?
O empreendedorismo é hereditário ? É um vírus ?
Se voce for empreendedor responda por favor ... mais tarde poderemos manter contato para um artigo a ser publicado sobre o tema.
Se voce for academico - professor universitário (podemos inclusive incentivar um TCC), mestre ou doutor, pode nos auxiliar com referencias.
E por que será que alguém já com uma conta bancária respeitável se mantém empresário - com todos os problemas que uma empresa tem - podendo ficar em casa sem fazer nada ?
O empreendedorismo é hereditário ? É um vírus ?
Se voce for empreendedor responda por favor ... mais tarde poderemos manter contato para um artigo a ser publicado sobre o tema.
Se voce for academico - professor universitário (podemos inclusive incentivar um TCC), mestre ou doutor, pode nos auxiliar com referencias.
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